Custo por ativo aprovado em imagem e vídeo
Updated September 1, 2026 · first published September 1, 2026
O preço de imagem e vídeo parece invulgarmente simples: tanto por imagem, tanto por segundo. É essa simplicidade que faz quase toda a gente orçamentar mal. O fornecedor cobra gerações. O negócio consome ativos aprovados.
A taxa de aceitação é o modelo inteiro
Ninguém publica o primeiro render. Com um estilo maduro, talvez aceite um em três; em exploração criativa, um em dez. O vídeo é pior: um clipe falha por movimento, consistência temporal ou um único fotograma — e paga o clipe todo à mesma.
A aritmética útil não é o preço de tabela, mas o preço a dividir pela taxa de aceitação.
O que move mesmo o número
Não a resolução, mas tudo o que sobe a aceitação: iterar em baixa resolução e só escalar o escolhido, uma biblioteca de prompts para estilos conhecidos, imagens de referência e seeds fixas, e um briefing escrito antes da primeira geração.
Meça o que interessa
Gerações por ativo aprovado e custo por ativo aprovado. Quinze por aprovação é problema de briefing, não de preço.
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